domingo, 21 de junho de 2015

Portfólio G2

Universidade Luterana do Brasil / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia 
Professor Fernando Pires
Disciplina: Iluminação
1° Semestre 
2015/1



ISO 100
f/16
1/125
Distância focal: 45 mm
Técnica: Contra Luz
Modelo: Jéssica


ISO 400
f/5.6
1/125
Distância focal: 52 mm
Técnica: Luz Clássica
Modelo: Aluna da Estética


ISO 100
f/11
1/125
Distância focal: 32 mm
Técnica: Luz Curta
Modelo: Andressa Freitas


ISO 400
f/ 5.6
1/125
Distância focal: 38 mm
Técnica: Luz Ampla
Modelo: Andressa Freitas


ISO 100
f/5
1/125
Distância focal: 44 mm
Técnica: Luz de Janela
Tema de Casa
Modelo: Leonardo Stumpf


ISO 100
f/8
1/125
Distancia focal: 40 mm
Técnica: Borboleta
Modelo: Bruna Packeiser


ISO 100
f/5.3
1/125
Distância focal: 48 mm
Técnica: Rembrandt
Modelos: Bruna Packeiser e Renan Packeiser


ISO 800
f/6.5
1/125
Distancia focal: 42 mm
Técnica: Contra Luz
Modelo: Lise Silva


ISO 100
f/9
1/125
Distância focal: 35 mm
Técnica: Luz Ambiente 
Modelo: Lise Silva


ISO 100
f/8
1/125
Distância focal: 50 mm
Técnica: Caixote
Modelo: Aluna da Estética




Retrato P&B + Sensual P&B


Técnica Luz de Janela e Contra Luz
ISO 100
f/4.5
1/125


Técnica Luz de Janela
ISO 100
f/5
1/125

Aula: Iluminação , tema de casa.
Professor: Fernando Pires 
Modelo: Leonardo Stumpf
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia 
2015/1

Fotografia de Modelo


Técnica Caixote
ISO 100 
f/8
1/125


Técnica Rembrandt
ISO 100
f/5.3
1/125


Técnica Borboleta 
ISO 100
f/8
1/125

Aula: Iluminação
Professor: Fernando Pires 
Modelos: Bruna Packeiser e Renan Packeiser
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia 
1°Semestre
2015/1




Fotografia de Modelo / Personagens


ISO 100
f/8
1/125


Técnica: Rembrandt
Aula: Iluminação
Professor: Fernando Pires
Modelo: Aluna da Estética
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia
1° Semestre 
2015/1

Fotografia de Modelo



Fundo Branco
ISO 100
f/8
125


Luz Ambiente 
ISO 100
f/9
1/125



 Contra Luz
ISO 800
f/5.6
1/125



Técnica: Fundo branco, Ambiente, Contra Luz
Aula: Iluminação
Professor: Fernando Pires 
Modelo: Lise Silva
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia
1°Semestre
2015/1

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Fotografia de Modelo




f/16
1/125
ISO 100



f/16
1/125
ISO 100



Técnica: Iluminação de Janela, Ambiente, Contra - Luz.
Aula: Iluminação
Professor: Fernando Pires 
Modelo: Jéssica 
ULBRA, Curso de Tecnologia Fotográfica.
1° Semestre 
2015/1




domingo, 24 de maio de 2015

Fotografia de Modelo


f/11
1/125
ISO 100


f/5.6
1/125
ISO 400


Técnica: Aula prática no estúdio, Iluminação Clássica.
Aula: Iluminação
Professor: Fernando Pires 
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia 
1° Semestre 
2015/1
Modelo: Andressa Freitas 

terça-feira, 12 de maio de 2015

Fotografia de Modelo


f/8
1/80
ISO 100
Iluminação Clássica



f/ 5.6
1/125
ISO 400
Iluminação Clássica




Técnica: Aula pratica no Estúdio
Aula: Iluminação
Professor:Fernando Pires
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia
Modelos: Alunas da Estética
1° Semestre
2015/1

domingo, 26 de abril de 2015

Portfólio G1

Universidade Luterana do Brasil / ULBRA
Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor : Fernando Pires
Disciplina: Iluminação
1° Semestre
2015/1


f/ 7.1
1/250
ISO 1600
Distância focal: 55 mm
Fotografia de Modelo - Meu primeiro Estúdio
Modelo: Aluna da estética


f/ 5.3
1/400
ISO 1600
Distância focal: 42 mm
Semipresencial 
Still Life P&B - Adote um Moleskine. 


f/ 36
1/200
ISO 1600
Distância focal: 40 mm
Fotografia de produto em fundo branco para campanhas de varejo



f/ 20
1/125
ISO 1600
Distância focal: 28 mm
Fotografia de Produto - Objetos Translúcidos


f/9
1/80
ISO 800
Distância focal: 40 mm
Fotografia de Produto - Still Life de café




Portfólio G1

Propriedades físico-ópticas da luz : Transmissão, Reflexão, Absorção, Refração, Difração, Polarização.


Transmissão:

É quando a luz atravessa um abjeto.

Transmissão Direta: Quando a luz atravessa o objeto e a direção ou qualidade da luz não é alterada. Ex: Vidro ou ar.
Transmissão Difusa: Quando a luz passa através de um objeto transparente, ou semitransparente, com textura. Então, ao invés da luz seguir em uma direção só, ela é desviada em diferentes direções.
Transmissão Seletiva: Quando a luz atravessa um objeto colorido parte da luz vai ser absorvida e parte vai ser transmitida por esse objeto.

Reflexão:
É quando a luz chega a um objeto ou superfície e reflete. A luz pode ser refletida de maneira direta, ou difusa.
Reflexão Direta: Quando a luz reflete a partir de superfície lisa. Essa luz irá refletir no mesmo ângulo que atingiu a superfície, gerando maior constante, uma luz mais intensa e sombras escuras e definidas.
Reflexão Difusa: Produzida quando a luz atinge uma superfície ou objeto que possui textura. Essa reflexão vai gerar uma luz suave e menos constante em cena, sombras mais claras e uma transição mais suave entre luzes e sombras.

Absorção:
Um objeto pode absorver toda ou uma parte da luz quando ela os atinge. Essa luz absorvida é transmitida em calor. Uma superfície preta absorve todas as cores. Por isso que geralmente se recomenda não usar cores escuras no verão, pois absorvem a maior parte da luz e as transformam em calor.

Refração:
Acontece quando a luz passa de um meio homogêneo e transparente para outro meio que também é homogêneo e transparente, porém, ele é diferente do primeiro. Essa mudança de meio pode ocasionar mudanças na velocidade e na direção de propagação.
Meio Homogêneo: Todos os pontos apresentam as mesmas propriedades físicas, como por exemplo; densidade, pressão e temperatura.
Meio Transparente: Onde podemos visualizar nitidamente os objetos.
Meio Isotrópico: Velocidade da luz é a mesma qualquer que seja sua direção de propagação.

Índice de refração: A velocidade de propagação da luz depende do meio, fazendo com que esse fenômeno seja caracterizado opticamente e recebe o nome de índice de refração absoluto.

- A dificuldade da luz se propagar no ar é baixa.
- No vácuo ela não encontra dificuldade de propagação.
- Nos demais meios a luz tem dificuldade considerável para se propagar.

Difração:
A difração é um fenômeno físico que ocorre com outras ondas, como as sonoras e os raios de luz. Uma difração é o desvio da trajetória retilínea da luz após ela passar pela aresta de um objeto.
Thomas Young durante um experimento percebeu que quando os feixes de luz atravessam uma abertura, ao chegar ao outro lado, surgia um conjunto de varias faixas com diferentes intensidades, provando assim a difração da luz.

Polarização: 
Alguns materiais ao serem atingidos pelos feixes de luz deixam passar apenas uma parte da onda luminosa, esse fato é chamado de polarização da luz. Filtros polarizados funcionam como uma fenda, onde a luz normal que incide ao atravessar passe em somente um plano.


ULBRA, Curso superior de tecnologia em Fotografia.
Aula: Iluminação
Professor: Fernando Pires
1° Semestre


7° Festival Internacional de Teatro de rua de Porto Alegre


O Magnífico Circo Praça 

Circo Híbrido
O Circo Híbrido surgiu em 2004. Inspira-se no circo contemporâneo, buscando referências no teatro, na dança, e na música. Os artistas interagem com o espaço público urbano, com o que constitui e com quem o utiliza, levando as artes do circo, seus múltiplos talentos, estripulias e encantamento ao público que ali se encontra.
Parque Farroupilha/ Redenção - Porto Alegre  12/04/15




Elenco: Tainá Borges, Luís Cocolichio, Lara Rocho, Ivar Mangoni, Guilherme Sanshes, Ridan Albuquerque e Carlo Cancelli. 
Orientação Cênica: Genifer Gerhardt
Direção e Concepção Musical: Guilherme Sanches
Cenografia: Luis Cocolichio.




O Inspetor Geral 

KHAOS Cênica

A companhia KHAOS Cênica atua em duas vertentes: Produção cultural e criação artística. Escrita em 1836, fala de política: Com a notícia da visita do inspetor geral, o pequeno vilarejo e seus principais funcionários entram em pânico. Na confusão das inspeções não faltam situações hilárias de denúncia aos meados do poder, à corrupção, à impunidade e aos favores. 
Brique da Redenção / Farroupilha - Porto Alegre 12/04/15


Elenco: Daniel Barcellos, Denisson Beretta Gargione, Gina Samanta, João Pedro Decarli, Mateus Frena, Shana Tiele Domingues. 
Direção: Carlos Modinger
Trilha: Rodrigo Ferreira
Preparação Vocal: Sandra Rhoden
Preparação corporal: Marcelo Bulgarelli
Produção: Lauren Hartz e Denisson Beretta Gargione


ULBRA, Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Aula : Iluminação
Professor: Fernando Pires
1° Semestre 



sábado, 25 de abril de 2015

Adote um Moleskine!



1/400
f/5.3
ISO 1600


Técnica: Still Life P&B
Aula: Iluminação / Semipresencial
ULBRA , Curso de tecnologia em Fotografia 
Professor: Fernando Pires 
1° Semestre
2015/1



terça-feira, 14 de abril de 2015

Fotografia de Modelo


F/7.1
1/250 
ISO 1600



F/6.3
1/250
ISO 1600



Técnica: Aula prática no estúdio
Aula:Iluminação
ULBRA, Curso de Tecnologia em fotografia
Professor: Fernando Pires
1°Semestre 
2015/1




quinta-feira, 9 de abril de 2015

Luz, Cartão Cinza, Cartão Cor (Color Checker)


Cartão Cinza

Um Cartão Cinza ou Gray Card  é como seu próprio nome diz, um pedaço de papel impresso em um tom de cinza neutro que tem a capacidade de refletir a luz que incide sobre ele para que o fotômetro de uma câmera fotográfica tenha maior facilidade para analisá-la.
A utilização de um objeto que tenha uma cor neutra de cinza para fazer a fotometria, ou seja, um cinza garante que o fotômetro da câmera entenda qual é a luz ideal, para ser fotometrada. Portando, quando usamos o cartão cinza e não os objetos a serem fotografados, evitamos que o fotômetro não se confunda pelos contrastes de luz e sombra existentes no assunto. Essa confusão acontece porque o fotômetro de uma câmera analisa apenas a luz refletida pelo objeto, e não a luz que incide sobre ele; então, a capacidade de maior ou menor reflexão é fator predominante de influência para a câmera mensurar qual a combinação necessária de obturador e diafragma e assim obter a correta exposição da imagem. 


Exemplificando a grosso modo: Se pegarmos uma lanterna desligada, a colocarmos de frente para a lente da câmera e fotometrarmos, conseguiremos uma determinada configuração de obturador e diafragma. Nas mesmas condições, se acendermos essa lanterna, automaticamente o fotômetro da câmera irá apontar um excesso de luz ambiente e indicará a necessidade de rever as configurações da câmera para obter a correta exposição da imagem. Nos dois casos, a luz que incide sobre o objeto é a mesma, o que mudou foi a capacidade desse objeto refletir a luz. Por isso, se o objeto fotografado refletir uma luz mais intensa do que a que incide sobre ele a tendência é que o fotômetro entenda que há um excesso de luz no ambiente e sugira uma combinação de diafragma e obturador que resultarão em uma imagem mais escura. Já o contrário, se o objeto refletir uma luz menos intensa da que incide sobre ele, o fotômetro indicará a necessidade de uma combinação que resultará em uma imagem mais clara.

Cartão Cor

O cartão cor  possui  24 quadrados coloridos; Serve para calibrar o balanço de cores de câmeras fotográficas, scanners, impressoras, monitores e emulsões de filmes. O objetivo final é reproduzir as cores com fidelidade e sem desvios. Uma das características fundamentais deste cartão é que ele reflete as cores sempre da mesma forma em qualquer parte do espectro luminoso. Seja em estúdio com flash ou luz contínua, seja ao ar livre em qualquer horário do dia, as cores refletidas serão sempre as mesmas.








Luz

A luz é uma onda eletromagnética , cujo cumprimento de onda se inclui num  determinado  intervalo do qual o olho humano é a ela sensível. Trata-se, de outro modo, de uma radiação eletromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta. As três grandezas físicas básicas da luz são herdadas das grandezas de toda e qualquer onda eletromagnética: intensidade (ou amplitude), frequência e polarização (ângulo de vibração).
No caso específico da luz, a intensidade se identifica com o brilho, e a frequência coma cor.
Deve ser ressaltada também a dualidade onda-partícula, característica da luz como fenômeno físico, em que esta tem propriedades de onda e partículas, sendo válidas ambas as teorias sobre a natureza da luz.
Um raio de luz é a trajetória da luz em determinado espaço e sua representação indica  onde a luz é criada (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen.
Propagando-se em meio homogêneo, a luz percorre trajetórias retilíneas. Em meios não homogêneos, a luz pode descrever trajetórias curvas.


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Produto em fundo branco


F/36
1/200
ISO 1600


Técnica: Fotografia de Produto
Aula: Iluminação
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires 
1°Semestre 
2015/1

Objetos Translúcidos


F/20
1/125s
ISO 1600


F/20
1/125s
ISO 1600

Técnica: Fotografia de produto 
Aula: Iluminação 
ULBRA, Curso de Tecnologia em Fotografia 
Professor: Fernando Pires
1° Semestre 
2015/1

Still Life de Café


F/9
1/8s
ISO 800


Técnica: Fotografia de Produto
Aula: Iluminação
ULBRA, Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
1° Semestre
2015/1


Luz Fresnel 3400k
Luz contínua
Uso de rebatedores e espelhos.

Grupo:
Bruna Packeiser
Ana Flávia
Marlon Guarda
Fabricio Simões
Mariana Nunes
Fernanda Miranda

Still Life P&B - Natureza Morta


F/8
1/50s
ISO 400


Técnica: Luz de janela
Aula: Iluminação
ULBRA, Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2015/1°


Retrato P&B


F/5.6
1/8s
ISO 400

Técnica: Luz de Janela
Aula: Iluminação
ULBRA, Curso Superior de Tecnologia em Fotografia
Professor: Fernando Pires
2015/1°

Modelo: Eli de Miranda